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Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa…

29, abril, 2009 vera Sem comentários

Sabem, eu acho estranho que quando se fala ou se escreve sobre proteger e cuidar dos animais contra as ações cruéis de alguns humanos, muitas pessoas alertam para “é, mas tem muita gente vivendo em situação difícil na área da saúde, neste país, etc., etc…”  Parece que, sempre temos que lembrar a estas pessoas que “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, e uma coisa não exclui a outra”.

É comum, natural, que algumas pessoas se inclinem mais a fazer o bem para determinadas situações que são expostas no seu dia-a-dia, e que, naquele momento, lhes chama mais a atenção, ou é mais urgente.  Temos o pessoal que se envolve em obras de caridade com segmentos da população pobre, idosos, crianças, mulheres, todos, mais ou menos, vítimas de violência; e também existem aqueles que se dedicam a zelar pelos animais domésticos ou animais domesticados, como cavalos e outros. Ainda bem que é assim!

Normalmente, os cidadãos dispostos a praticar o bem, a solidariedade  se comovem com todas as causas que busquem melhorar a qualidade de vida dos seres que, por uma razão ou outra, estão em estado de abandono, de sofrimento e que precisam de ajuda, de apoio, para depois caminharem com suas próprias pernas. Isso é da vida, isso é o que nos torna mais humanos, mais civilizados.

Porque estou falando sobre isso? Porque foi postado um comentário a cerca do que escrevi sobre maior proteção aos animais, referindo-se a questão: os humanos também sofrem!!! Eu respondo: Ah, é? Não diga? E o que você está fazendo quanto a isso? Assistindo e lamentando? Pense em uma maneira de transformar o que, a primeira vista é inevitável, em uma ação concreta,  colabore com sua comunidade.  Você estará fazendo a sua parte e àquelas pessoas que contribuem com a divulgação da Causa Animal também estarão fazendo a delas. O importante é ajudar! É não cruzar os braços e nem esperar que os problemas que nos incomodam se resolvam com um passe de mágica.

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Maior Proteção aos Animais

24, abril, 2009 vera 4 comentários

- Os cães são nosso elo com o Paraíso. Eles não sabem o que é maldade, inveja ou insatisfação. Sentar numa colina ao lado de um cão, numa tarde maravilhosa, é estar de volta ao Éden, onde não fazer nada não era tédio – era paz. (Milan Kundera)

Não é segredo pra ninguém que me conhece, que sou apaixonada por cachorros de todas as cores e raças. Se pudesse teria vários em local apropriado para criá-los. O meu sonho de consumo: um sítio, chácara ou mesmo uma casinha com um pátio suficientemente grande para abrigá-los, sim, porque seriam muitos. Moro em um apartamento onde já criei e amei uma cachorrinha chamada Buba que faleceu em setembro/2008.

Claro, pretendo criar outros bichinhos, mas desta vez vou adotar um, porque são muitos os cães abandonados por esse mundo afora. E cada vez que fico sabendo da história de maus-tratos ou abandono por parte de pessoas que deveriam cuidar e defendê-los, fico indignada. O que eu resolvi fazer, dentro das minhas possibilidades, para amenizar esta situação que se agrava, por falta de políticas públicas de proteção aos animais, foi ajudar e dar apoio àquelas pessoas especiais que doam seu tempo e dinheiro para sustentar, cuidar e dar carinho a eles.

Acho que se cada um que ama os animais e sabe o que eles representam deve fazer alguma coisa para ajudar. Em algumas ocasiões eles precisam muito de nós para continuar sobrevivendo.  E para isso, basta comprar ou doar em dinheiro alguns quilos de ração para entidades ou particulares que com trabalho voluntário tentam salvar animais doentes, em perigo e largados à própria sorte.

 São estas pessoas que salvam a humanidade da sua, muitas vezes, desumanidade… São elas que, com firmeza, determinação e esperança em dias melhores são capazes de praticar a solidariedade. Elas fazem o que, para o resto dos mortais é uma façanha muito complicada e com um grau de dificuldade enorme, se doam a uma causa nobre.

Agora, por que não pensamos em leis efetivas que contemplem uma vida digna a estes animais. Não me refiro somente a cães, mas gatos, cavalos e outros.  Um dia desses, assisti por acaso, em um canal de Teve a cabo, uma matéria que mostrava a ação de grupos de voluntários, na África do Sul, que, juntos com funcionários do governo local, conseguiram agir e obter resultados efetivos. Eles visitavam as Vilas para conscientizar os moradores de como deveriam cuidar de seus animais de estimação. Quando percebiam que o animal não estava em ambiente adequado, com pulgas, vermes, sob sol e chuva ou doentes, eles o recolhiam e só o devolviam após o dono fazer melhorias onde ele costumava permanecer.

É uma questão de saúde pública. É atuar diretamente no foco do problema junto à comunidade. É abrir um canal para que surjam núcleos de discussão interessados e comprometidos na solução destas questões. Ninguém pode se omitir diante de situações graves que precisam de intervenção de algum órgão ou entidade que tenham a atribuição de coibir e punir os agressores de animais ou negligentes. É disso que precisamos.

Se soubermos cuidar de nossos animais, um passo para uma civilização melhor terá sido dado. Eu acredito nesta premissa.

 

 

 

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No Topo do Mundo

22, abril, 2009 vera Sem comentários


Tenho uma amiga que vive no exterior. Casou e foi morar na Europa com o marido. Depois vieram os filhos e lá ela foi ficando. Na Europa ela se tornou mais sofisticada, mais seguidora das regras sociais. Toda vez que vinha ao Brasil, Porto Alegre, sua cidade natal, ela convidava as amigas de juventude para uma reunião na casa da mãe dela. E lá íamos todas para saber das novidades e ansiosas pelos presentinhos que ela sempre trazia para cada uma de nós. Na sua última visita nem todas puderam estar com ela no mesmo dia. A mim coube fazer-lhe um convite para almoçarmos em um local que imaginei fosse adequado para a ocasião. Quando entramos no restaurante, havia mesas na calçada, a minha sugestão foi que nos acomodássemos em uma mesa ao ar livre, o dia estava maravilhoso, sem vento. A resposta dela foi categórica e sem vacilação: “Não! Nunca! Eu não vou dar aulas de etiqueta à mesa de graça”! Quem me conhece sabe que não suporto arrogância, mas aquilo me pegou de surpresa e não consegui reagir. Juro que na hora pensei que era uma brincadeira. Mas não. Ela realmente se sentia superior por que vivia no berço da civilização. Tudo bem, também considero que o Brasil, a América do Sul em geral, continua longe do Primeiro Mundo, mas nem por isso vou desdenhar o lugar onde nasci. Esta mentalidade preconceituosa compromete qualquer “ar” de civilidade aparente. Pessoas assim podem morar seja lá onde for, que nunca irão aprender o básico: não importa onde vivemos ou onde nascemos os princípios são os mesmos e um pouco de humildade nunca faz mal a ninguém.

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Um Baú Escondido

21, abril, 2009 vera Sem comentários

Quando jovem eu acreditava que a maldade deveria ser justificada. Para cada má
ação um motivo pior deveria existir. Hoje penso diferente. Nada justifica uma
maldade. Os noticiários estão repletos de histórias dramáticas, trágicas que
abalam famílias, vidas inocentes. Como sobreviver a uma coisa dessas? Quando
vejo na televisão uma mãe relatando ao repórter as circunstâncias da morte
trágica de um filho assinado, eu me pergunto: como ela conseguiu juntar forças
para expressar seu drama? Eu, com certeza, não teria condições físicas e
mentais para me comportar de forma normal depois de uma tragédia com estas
proporções.. Mas sempre acreditei na superação do ser humano. Quando parece que
nada mais tem sentido, buscamos forças em um “baú” improvisado, que fica dentro
de nós e que só vem à tona em momentos muito difíceis. É ele que nos permite
continuar tocando a vida, quando tudo ao nosso redor nos mostra ao contrário.
Que todos tenham este BAÚ escondido dentro de si e, de preferência, que NUNCA
precisem abri-lo.

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Você conhece a Lei dos 3 “R”?

21, abril, 2009 vera 1 comentário

Respeito a você mesmo
Respeito aos demais
Responsabilidade para todas as suas ações

Veja que fácil. Se você segue estas 3 regrinhas, com certeza você é uma pessoa de muitas qualidades além das citadas acima. Quando penso que na vida as coisas são mais simples do que imaginamos, que proceder de modo correto é menos complicado do que agirmos de má fé, de que sermos sinceros, honestos, verdadeiros nos traz menos problemas do que sermos mentirosos, enganadores… Contudo, uma parcela de cidadãos prefere conduzir suas ações sem nenhuma responsabilidade com os outros. Falo daquelas pessoas que sujam as ruas, picham monumentos, pisam na grama, furam fila, são grosseiros, se acham donos da razão, não se comprometem com nada com medo de serem cobrados depois, não devolvem o que pegaram emprestados, etc., etc. Eles se sentem espertos, vivem como se estivessem acima do bem e do mal! Por acaso você conhece alguém com este tipo de atitude? Eu conheço alguns. A impressão que tenho é que estas pessoas desconhecem o termo RESPEITO. Será que eles sempre se darão bem na vida? Ou a vida se encarregará de puni-los?


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compartilhar nossos conhecimentos

17, abril, 2009 vera Sem comentários

Tem gente que não aprecia dividir o que sabe com outras pessoas. Isso pode acontecer em qualquer situação: na receita culinária que a amiga forneceu, mas só não contou o “segredinho” para que ela ficasse maravilhosa. Ou, o colega de trabalho que escamoteia informações e pensa “cada um que se vire, eu tive que aprender tudo sem ajuda de ninguém”. Exemplos não faltam. Quando você encontra quem não tem este perfil egoísta, pode apostar que esta é uma pessoa generosa, confiante e, por isso mesmo, não tem medo da concorrência. Ela divide de bom grado seus conhecimentos para que mais pessoas possam se beneficiar deles. Não estou falando de informações privilegiadas que se repassadas podem fazer com que você perca seu emprego, perca um amigo, etc.. Falo das questões do cotidiano, daquelas que podem facilitar a vida do outro com um gesto de boa-vontade. Mas não, tem gente que prefere esconder os detalhes, só conta o estritamente necessário, como se o “poder” emana daquilo que não foi dito, como se o conhecimento fosse para os iluminados, os escolhidos. Para estas pessoas o que falta é S-A-B-E-D-O-R-I-A.


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Sobre o lixo nas ruas

17, abril, 2009 vera Sem comentários

Gente, eu não agüento mais ver o lixo nas calçadas. Tudo o que deveria estar dentro do saco de lixo, de uma lixeira fica espalhado pelas ruas. O que é isso??? A vontade que tenho, às vezes, é pegar uma vassoura e sair varrendo que nem uma louca, para tornar o passeio público menos chiqueiro. Pelas ruas onde passo diariamente, que ficam nos bairros Rio Branco, Bom Fim, o lixo nas calçadas é de envergonhar qualquer cidadão decente.

lixoEstá faltando uma Campanha de Educação para ensinar este povo a cuidar melhor do local onde vive. Leis que obriguem os proprietários a cuidarem das calçadas em frente as suas residências, condomínios, lojistas…(acho até que já temos leis para isso só não são respeitadas).

Temos que nos sentir indignados, agredidos quando uma pessoa, na maior cara-de-pau, na nossa frente joga um papel de bala na rua, um maço de cigarros amassado, casca de fruta, etc. Quando isso acontece não fico quieta, nem faço de conta que não é comigo, solto o verbo. Claro que já levei muito xingão, tipo: “O que tu tens que ver com isso, cuida da tua vida, a calçada não é tua…” e por aí vai. Não sou barraqueira, mas têm vezes que temos que passar por cima de certas delicadezas e fazer com que aquela pessoa sinta vergonha do ato que cometeu. O jeito é responder à altura, sem agredir (a vontade nem sempre é esta, mas…) e dizer: A CALÇADA NÃO É O CHÃO DA TUA CASA, SEU PORCO! Quem sabe, num outro dia, esta criatura pense duas vezes antes de cometer o mesmo gesto e perceba em um outro rosto uma pessoa que estará disposta a lhe chamar a atenção também, com delicadeza, é claro!

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Largada inicial

17, abril, 2009 vera Sem comentários

Estou feliz! Agora tenho um blog de verdade! Vou testar minha disposição e criatividade para ao longo do tempo postar alguns comentários irrelevantes (ou não), nesse espaço que, espero, possa gerar outros novos comentários.  Afinal, eu tenho um site www.tudoperto.com.br que já me dá muito trabalho, mas o site é para divulgar serviços e artigos de outros profissionais, é uma vitrine comercial e institucional. O site existe porque temos a colaboração de pessoas qualificadas , que enviam matérias para publicarmos no espaço. Fora isso, tenho a revista impressa, que me dá mais trabalho ainda e que exige mais atenção da minha parte. Agora, não faz muito, criei o TUDO PERTO EVENTOS, não dá quase nenhum trabalho, mas sempre é necessário divulgar para dar retorno de interessados. Por sinal, dia 21 de maio teremos um outro evento: estresse, saúde, trabalho e qualidade de vida, com o Dr. Rubens Mário Mazzini Rodrigues, psiquiatra. Quem quiser participar é só fazer contato e marcar na agenda, às 19 horas, na Rua Felipe Camarão, 736. O valor da inscrição é R$ 25,00. Então, depois dessa exposição de tarefas importantes, decido me dedicar também para o blog. Os blogs estão tão na moda, faz tempo!! E é tanta gente escrevendo, dizendo o que pensa, sem muitos pudores, sem preocupação com o conteúdo….  Não é o meu caso. Tenho censuras sim! Mas blog é isso, uma miscelânea de sentimentos, informações, emoções, de tudo um pouco para se chegar a onde? Não tenho a menor ideia. Prá que serve? O que vai mudar? Nada. Absolutamente nada! Mas eu quis, agora tenho que continuar.

A largada já foi dada.  Só tem um vencedor nessa corrida de obtáculos: EU!

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